O assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, foi um dos que saíram em defesa de Delúbio ao dizer que, em sua opinião, o ex-tesoureiro não agiu “em causa própria” em 2005 nem pode ser considerado um “corrupto”.
- Quando eu votei pela expulsão, foi pela gestão temerária [dele].
Com a volta ao PT, Delúbio, que não compareceu à reunião do Diretório Nacional, realizada em Brasília, poderá ser candidato nas eleições municipais de 2012 em Goiás, seu Estado. Ele protocolou seu pedido de refiliação na quinta-feira (28) e, segundo assessores partidários, o documento “curto e grosso” tinha apenas três parágrafos - ao contrário da longa carta que redigiu em sua primeira tentativa de retorno à legenda, em 2009.
Quando, em meio ao escândalo do mensalão, o PT decidiu expulsar seu tesoureiro, a justificativa oficial foi “gestão temerária” dos recursos do partido. O processo relacionado ao mensalão está no STF (Supremo Tribunal Federal) e tem 38 réus. Delúbio é um deles. A previsão é de que o julgamento ocorra no ano que vem.










